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EXERCÍCIOS FÍSICOS, ALÉM DA ESTÉTICA.

by Diego Gomes |fev 20, 2018 |0 | Blog

Os benefícios trazidos pelos exercícios físicos estão além das questões ligadas à estética. Não há dúvida de que, quando bem orientada e feita de forma adequada, a prática esportiva é excelente para quem deseja ter hábitos saudáveis, melhorar a condição física e evitar o aparecimento e progressão de inúmeras doenças crônicas, bem como sintomas de algumas enfermidades.

Segundo Raffael Fraga, cardiologista do Núcleo de Cardiologia do Hospital Samaritano de São Paulo, a atividade física regular (30 minutos/cinco vezes por semana) fornece inúmeros benefícios ao coração como o controle da hipertensão, melhora o controle da taxa glicêmica do sangue, aumenta o colesterol bom (HDL) e reduz o ruim (LDL), além de controlar o peso do esportista. Esses fatores, quando em níveis adequados, melhoram a condição cardiovascular das pessoas e diminuem os riscos de infartos e derrames. Praticar esportes ainda diminui o stress e a ansiedade.

Mas, o especialista lembra que antes de começar a praticar qualquer modalidade esportiva, é imprescindível que seja feito um check up rigoroso para que todo o sistema cardiovascular seja examinado. “Só com essa análise é possível ter certeza de que o corpo da pessoa está apto ao esforço ao qual será submetido durante o esporte”, afirma.

Cuidado com os excessos
O esporte é uma prática indispensável quando falamos sobre vida saudável. Ter cuidado com a sobrecarga no exercício físico é um requisito essencial para não ter problemas, durante e após a atividade física.
Lesões nos joelhos, nos pés, nos ombros, em articulações e até mesmo no coração podem ocorrer, caso o atleta não esteja atento aos exageros. De acordo com Rafael Fraga, os treinos devem começar de forma leve e crescerem gradativamente, conforme o corpo do esportista responder ao esforço. Ainda de acordo com o médico, a recomendação internacional é que as atividades físicas sejam praticadas, no mínimo, cinco vezes por semana, por 30 minutos, aliando também, trabalhos de resistência muscular localizada (musculação). Não é recomendado que, logo no início, seja feito esforço além da capacidade do iniciante.

Alimentação correta
Ser atleta está além do preparo físico, do psicológico e da superação de limites. Um dos pontos mais importantes para um esportista é, sem dúvidas, a alimentação. Alimentar-se corretamente fornece o combustível necessário ao organismo para o desempenho esportivo e fornece os nutrientes necessários para que o corpo resista ao esforço requerido e com o objetivo pretendido.

Ter hábitos alimentares saudáveis previne eventos como a hipoglicemia (queda da taxa de açúcar do sangue), cãibras, perda de massa muscular, desmaios, entre outros. Algumas regras são fundamentais para um bom desempenho durante o exercício físico e para o bem-estar após:

– Adeque sua agenda para que os horários de alimentação não sejam prejudicados ao longo do dia e nenhuma refeição seja pulada. Além disso, discipline-se para comer antes e depois de cada treino;
– Não iniciar um treinamento em jejum ou após muitas horas sem consumir algum alimento. Sem o combustível necessário, o corpo pode não conseguir o rendimento necessário, o que atrapalhará a performance do atleta;
– Mantenha-se hidratado ao longo de todo o treino;
– Não vá além do limite do seu corpo, principalmente no início. Tentar “tirar o atraso” com cargas pesadas ou longos períodos de treino, logo no começo, pode ser maléfico ao seu organismo;
– Coma alimentos leves. Evite frituras, doces em excesso e gorduras.

Maurício Jordão, cardiologista do Núcleo de Cardiologia do Hospital Samaritano de São Paulo, alerta para o consumo inteligente dos alimentos: “Substituir os grãos brancos pelos integrais, sempre que possível, e diminuir a ingestão de gorduras trans, presentes em margarinas, bolos, bolachas e fast food, traz inúmeros benefícios ao corpo e também ao sistema cardiovascular, além de diminuir colesterol, diabetes e hipertensão”.

Outro ponto muito importante é a suplementação alimentar. Ela é uma prática que deve ser feita apenas sob orientação de um médico ou de uma nutricionista. Raffael Fraga destaca que antes de iniciar o uso dos suplementos, é necessário que sejam feitos exames clínicos e laboratoriais para que os déficits de vitaminas ou aminoácidos, no corpo do atleta, sejam apontados. Ainda de acordo com ele, o atleta precisa estar muito atento a composição dos suplementos, uma vez que muitos possuem substâncias prejudiciais ao coração, como testosterona e anabolizantes.

De acordo com números da Secretaria de Estado da Saúde, um em cada quatro suplementos vendidos possui, em sua fórmula, esteroides anabolizantes não declarados no rótulo.

 

Fonte:http: blogs.oglobo.globo.com

POR IÚRI TOTTI

 

PRATICAR ATIVIDADE FÍSICA DIMINUÍ EM ATÉ 7% O RISCO DE CÂNCER

by Diego Gomes |ago 4, 2017 |0 | Sem categoria

Pesquisadores publicaram na renomada revista JAMA um estudo em que coletaram dados de mais 12 estudos anteriores e incluiu 1,44 milhões de indivíduos, sendo que um deles foi iniciado em 1982. É a maior análise realizada até hoje sobre o exercício e o câncer.

Os voluntários foram questionados sobre o quanto de atividade física estavam envolvidos durante o último ano. Metade se exercitaram em uma quantidade igual ou maior que 150 minutos por semana e a outra metade menos. A saúde deles foi monitorada durante 7 a 28 anos.

Os resultados indicaram que os indivíduos que mais se exercitaram apresentaram um percentual menor de diversos tipos de câncer como o esofágico, fígado, pulmão, cólon, mama entre outros. Foi relatada uma diminuição de risco de desenvolvimento de câncer de 7% para os indivíduos que praticavam atividade física regularmente. Não foi encontrada uma associação com alguns tumores como de ovário, pancreático e cérebro.

 

50 minutos de exercício 3 vezes por semana podem frear câncer

 

Os pesquisadores pontuam alguns aspectos que podem atuar nessa proteção:

  • Equilíbrio de hormônios que favorecem o desenvolvimento de alguns tipos de tumores como o estrógeno no câncer de mama por exemplo.
    • Controle de fatores pró-inflamatórios que poderiam estimular um processo inflamatório crônico que favorece o desenvolvimento tumoral.
    • Regula a insulina, evitando assim sua resistência que está associada com diversas condições clínicas não benéficas.

Fonte: globoesporte.com/eu-atleta

EFEITOS IMEDIATOS NO CORPO AO PARAR DE FUMAR

by Diego Gomes |maio 31, 2017 |0 | Blog

Um fumante pode ter até 12% menos capacidade aeróbica devido à maior concentração do monóxido de carbono no sangue, logo quem pretende ter melhores e mais rápidos resultados com a atividade física, deve reduzir, ou mesmo cessar o hábito de fumar.

Durante o exercício físico, a nicotina aumenta os níveis de lactato que causa a fadiga. Quando há certa intensidade de esforço, e caso existam outros fatores de risco de saúde, o hábito de fumar acelera problemas como hipertensão, diabetes e obesidade.

Exercício físico é um ótimo aliado para quem esta pensando em parar de fumar, pois o exercício estimula a produção das endorfinas, responsáveis pela sensação de bem-estar, conforto e bom humor. A ação dessas substâncias substitui a da dopamina, neurotransmissor ativado pela ligação entre a nicotina e os receptores, responsáveis pelo sentimento de saciedade.

Veja os benefícios imediatos ao parar de fumar.

20 min – pressão sanguínea e as batidas cardíacas voltam ao normal;

8 horas –  monóxido de carbono no sangue diminui pela metade, a oxigenação das células volta ao normal;

24 horas – monóxido de carbono é totalmente eliminado do corpo e os pulmões podem começar a eliminar o muco e os resíduos;

48 horas – o corpo não tem mais nicotina, o gosto e o olfato começam a melhorar. Deixa-se de exalar tabaco pela transpiração.

Parar de fumar só traz benefícios a sua saúde, só depende da sua vontade.

Conte conosco para conseguir alcançar seus objetivos e melhorar sua saúde.

 

3 BENEFÍCIOS DO CAFÉ PARA SEU TREINO

by Diego Gomes |maio 24, 2017 |0 | Blog

Café em doses razoáveis pode trazer ótimos benefícios a saúde e para quem pratica atividade física. A bebida pode ajudar até na fase de definição muscular e perda de peso, devido a sua combinação de antioxidantes e cafeína, que pode aumentar a habilidade do corpo em usar a gordura como energia.

Benefícios do café para seu treino:

 

1 – Beber café aumenta a velocidade do metabolismo, desta forma você queima mais calorias e pode estimular o corpo a usar as gorduras como fonte de energia, em vez da glicose.

2 – Tomar antes do treino, independente de ser treino para hipertrofia ou  aeróbico, uma quantidade significativa de café tem o poder de aumentar a performance do treino, Os benefícios são, maior explosão, mais motivação e a tendência subconsciente de usar cargas mais pesadas.

3 – O café pode melhorar o tempo de reação e concentração.

Além disso o café pode melhorar s saúde cardiovascular e diminuí o risco de diabetes. Apesar da ingestão cafeína gerar um aumento da pressão sanguínea, ela não possuí efeitos a longo-prazo na grande maioria das pessoas. Possuí quantidades significativas dos antioxidantes ácido cafeico e ácido clorogênico, que podem diminuir o risco de uma grande variedade de cânceres e ainda aumentar colesterol bom (HDL).

fonte:

http://www.hipertrofia.org

Exercícios podem reduzir risco de internação por insuficiência cardíaca

by Diego Gomes |nov 10, 2016 |3 | Sem categoria

O exercício ajuda pessoas com insuficiência cardíaca a se sentirem melhor física e emocionalmente, mostra um novo estudo feito pelo North Shore-LIJ Plainview Hospital (EUA). Segundo os pesquisadores, cerca de 40% das pessoas com insuficiência cardíaca podem desenvolver depressão e esse grupo é duas vezes mais propenso a morrer ou ser hospitalizado se comparado a pessoas com insuficiência cardíaca e sem depressão.

A pesquisa foi publicada no Journal of the American Medical Association e acompanhou mais de 2.322 pacientes cardíacos estáveis, sendo que 28% deles apresentavam sintomas de depressão de clínica. Eles foram divididos em dois grupos: os que recebiam cuidados habituais para tratar a insuficiência, como medicamentos, e aqueles que além desses cuidados praticavam exercícios aeróbicos três vezes por semana durante 30 minutos – recomendação padrão para pacientes em reabilitação cardíaca.

Após três anos, os autores perceberam que os praticantes de atividade física eram 15% menos propensos a morrer ou serem hospitalizados por conta da insuficiência cardíaca, se comparados com o grupo que apenas seguia as orientações de rotina. Além disso, quanto mais intensos eram os sintomas de depressão, mais a pessoa se beneficiava com a prática de exercícios.

De acordo com os estudiosos, a atividade física deixou os pacientes mais motivados, melhorando o seu quadro clínico. Eles afirmam que pesquisas anteriores já mostravam o benefício dos exercícios para melhorar o desempenho cardiovascular e que esses novos resultados revelam a potência da atividade física para prevenir a depressão nesses pacientes.

Entenda como a insuficiência cardíaca surge e qual é o tratamento

Também chamada de insuficiência cardíaca congestiva (ICC), a insuficiência cardíaca é o enfraquecimento do músculo cardíaco, ou seja, o que dificulta o bombeamento de sangue, deixando de suprir as demandas de oxigênio e de nutrientes do organismo.

O que provoca a insuficiência cardíaca

Se a pessoa sofre com alguma doença coronária, como um infarto, ou qualquer infecção que lesione o músculo cardíaco e afete a circulação, os riscos de sofrer insuficiência cardíaca aumentam. “Quando o miocárdio é atingido, o órgão passa a se contrair menos e a bombear menos sangue”, explica o cardiologista Nelson Hossne Jr. O coração também fica comprometido por fatores de risco bastante conhecidos, como diabetes ou obesidade.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas que sinalizam a insuficiência cardíaca incluem taquicardia, fadiga, dificuldade de respirar ao fazer esforço físico, alta sensibilidade ao frio e crises de tosse ao deitar. A série de inconvenientes é provocada pelo aumento da pressão de líquido na circulação do pulmão. Sinais físicos, como pernas e tornozelos inchados, ou a sensação de que o pescoço ou abdome aumentaram de tamanho também é comum em situações mais graves.

Tratamento

O paciente com insuficiência cardíaca precisa ir a consultas médicas regulares para verificar sua função cardíaca e fazer exames de rotina. Será necessário monitorar a si mesmo, verificando o peso diariamente (aumento de peso pode significar retenção de líquido, o que indica uma piora da insuficiência), tomando as medicações prescritas, limitando o consumo de sal, largando o cigarro e praticando atividades físicas. É importante também descansar sempre que necessário, como após as atividades físicas ou depois das refeições. Mantenha os pés elevados para reduzir o inchaço.

Medicamentos

O médico pode prescrever os seguintes medicamentos: inibidores de ECA, para dilatar os vasos sanguíneos e reduzir a carga de trabalho do coração; diuréticos, incluindo, para ajudar a livrar o corpo do líquido e do sal (sódio); glicosídeos digitálicos para ajudar o músculo cardíaco a se contrair de forma adequada e ajudar a tratar alguns distúrbios de arritmia; e bloqueadores do receptor da angiotensina (BRA), para aqueles que têm efeitos colaterais com inibidores de ECA.

Cirurgias e dispositivos

A cirurgia de válvula cardíaca, cirurgia de ponte de safena e angioplastia podem ajudar algumas pessoas com insuficiência cardíaca. Além disso, dispositivos como um marca-passo para ajudar a tratar problemas nos batimentos ou um cardioversor-desfibrilador implantável, que reconhece as arritmias cardíacas e envia um pulso elétrico para detê-las, podem ser usados por pessoas que sofrem de insuficiência cardíaca.

Fonte: educacaofisicaa.com.br

Como previnir e tratar o Câncer de Mama com atividade física

by Diego Gomes |out 10, 2016 |0 | Blog
Exercícios leves, moderados ou intensos?
Pesquisadores da Universidade de Estetino, na Polônia, revisaram um monte de artigos sobre o impacto dos exercícios na prevenção de diversos cânceres. Com esses dados em mãos, eles apontaram que as mulheres com menor probabilidade de desenvolver um nódulo maligno nos seios dedicavam sete horas ou mais na semana às atividades físicas. Detalhe: elas treinavam em um ritmo de moderado a intenso. “Pelo visto, não é qualquer caminhadinha de final de semana que confere a maior proteção contra esse tumor, embora esse hábito seja bem melhor do que ficar parado”, pondera o oncologista Marcelo Rocha de Sousa Cruz, do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes, em São Paulo.
Mesmo diretrizes mais brandas, como a adotada pela Sociedade Americana de Câncer, que propõe duas horas e meia de ralação vigorosa por semana, exigem bastante do corpo. “Entre outros benefícios, esforços dessa magnitude elevam significativamente o gasto metabólico”, informa o professor de educação física Cassiano Merussi Neiva, da Universidade Estadual Paulista, em Bauru. Com isso, cai o risco de a barriga inflar, algo importante, uma vez que a obesidade aumenta a produção de hormônios como estrogênio e insulina, que, em excesso, podem patrocinar o câncer de mama.
Contudo, até tipos dessa doença que não mantêm ligações com hormônios aparecem menos entre quem malha com frequência. “Esse hábito, por si só, controla inflamações pelo organismo, outro fator por trás de tumores”, justifica a fisiatra Christina May Moran de Brito, coordenadora do Serviço de Reabilitação do Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.
A importância dos exercícios em mulheres com câncer
Uma mulher já diagnosticada com câncer de mama também leva vantagem ao se movimentar regularmente. “Os exercícios eliminam o excesso de lipídios que circulam no sangue. Aí, essas moléculas não são tão aproveitadas pelo tumor como substrato para seu desenvolvimento”, descreve Merussi Neiva. “A atividade física ainda reduz a formação de vasos ao redor do câncer, que servem para abastecê-lo de sangue”, completa Christina. Em outras palavras, é como se corridas e pedaladas auxiliassem a matar o inimigo de fome.
Bom, mas qual a dose ideal de agito para esse grupo de mulheres? A Sociedade Americana de Câncer estipula as mesmas metas que mencionamos anteriormente. Já aquela revisão polonesa também citada destaca que, segundo os estudos avaliados, as pacientes que puseram o próprio corpo para se mexer – em intensidade ao menos moderada – de três a cinco horas por semana eram as com maiores taxas de sobrevivência. Entretanto, antes de correr em busca desses objetivos, quem enfrenta a doença precisa tomar precauções específicas para não ameaçar a sua recuperação. “É absolutamente necessário se submeter a uma avaliação completa com o objetivo de identificar eventuais restrições de movimento ou uma anemia, por exemplo”, observa Sousa Cruz.
Mas que fique claro: não é proibido calçar o tênis e dar suas passadas por aí durante o tratamento. Os exercícios atenuam o cansaço e as náuseas, efeitos colaterais decorrentes da própria terapia. Além disso, tirar o corpo do marasmo promove mais autonomia à paciente, melhora seu bem-estar e ainda ajuda a paciente a relaxar e dormir com mais facilidade.
E a musculação?
Verdade que a maioria dos artigos se debruça sobre o potencial das atividades aeróbicas, como caminhada e corrida, contra o tumor de mama. No entanto, levantar peso cerca de duas vezes por semana também deveria integrar o protocolo de treinamento das mulheres acometidas pela doença. “O exercício resistido diminui o linfedema, um inchaço que às vezes aparece nos braços delas”, exemplifica Merussi Neiva.
O poder da ioga
Na americana Universidade do Estado de Ohio, mulheres com câncer de mama realizaram essa prática duas vezes por semana. Após três meses, elas apresentaram uma menor concentração de substâncias inflamatórias, que colaboram para o tumor. “Afora ser um exercício físico, a ioga, por incluir a meditação, aplaca o estresse, outro fator que gera inflamações”, explica a autora do experimento, Janice Kiecolt-Glaser.
Fonte: M de mulher

Pés doloridos ? Pode ser sinal de vários problemas

by Diego Gomes |set 28, 2016 |0 | Blog

Mais de 70% da população mundial apresenta algum incômodo ou dor nos pés não decorrentes de trauma em alguma fase da vida

Você nunca imaginou que seu pé fosse tão importante para o seu bem-estar até que ele passou a doer? Saiba que não está sozinho. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (Abtpé), mais de 70% da população mundial apresenta algum incômodo ou dor nos pés não decorrentes de trauma em alguma fase da vida. Problemas no tendão calcâneo (conhecido como tendão de Aquiles), metatarsalgia, joanete, fascite plantar, neuroma Morton, esporão do calcâneo, entre outros, tornam o simples ato de calçar sapatos um desafio e, no limite, chegam a ser incapacitantes em função da dor que causam ao andar.

Mas como saber se é o caso de procurar um médico ou se o assunto pode ser resolvido por um podólogo? Quem responde é o ortopedista do Hospital Felício Rocho Daniel Soares Baumfield. “O podólogo pode oferecer alguns alívios para os pés, como tirar calosidades, fazer massagem, orientar a hidratação. Mas quando uma pessoa sente qualquer alteração incômoda nos pés, que não faz parte do dia a dia, é hora de procurar um médico especialista no assunto”, orienta. Problemas no tendão calcâneo, o tendão mais forte do corpo, por exemplo, podem ocasionar desequilíbrios em outras partes do pé.

Baumfield explica que o tendão calcâneo tem a função de nos ajudar a dar passadas e, por isso, é fundamental para o arranque na hora de caminhar. Por ser muito importante para a movimentação, é preciso protegê-lo, alongando a cadeia muscular posterior das pernas. É esse alongamento que permite ao tendão ganhar elasticidade para distribuir corretamente a energia de forma equilibrada entre músculos, tendão e osso. Se a pessoa não se protege, tende a desenvolver doenças como tendinopatias insercionais (dentro do osso) ou não insercionais (fora do osso). “Quando está comprometido, o tendão calcâneo acaba provocando desequilíbrios e dor em outras regiões dos pés. Ele é uma das principais causas da fascite plantar e qualquer tipo de dor na planta dos dedos”, explica o ortopedista.

A fascite plantar é uma das principais causas de dor nos pés. Sua causa também pode ser um encurtamento da cadeia superior. Isso ocorre com bastante frequência entre mulheres que usam salto alto por um tempo muito longo durante a vida. É que o salto impede a musculatura de se alongar e encurta essa musculatura pelo uso excessivo desse tipo de calçado. As consequências são dores nas plantas dos pés no momento em que a mulher sai do salto alto, trocando-o por uma rasteirinha. “A fascite é um problema intermitente e, depois que aparece, dura em torno de 10 meses. O tratamento é baseado no alongamento da musculatura posterior da perna”, observa o ortopedista.

Outras doenças comuns que acometem os pés são metatarsalgia, que pode ter origem genética ou aparecer pela sobrecarga dos dedos, causada por uma alteração no formato dos ossos dos pés, e também em função da existência de joanete, que causa uma insuficiência do grande dedo, fazendo com que ele receba menos carga do que deveria, sobrecarregando os dedos menores. “Nessas situações, aparecem calosidades plantares, dedos em garra ou a sobreposição de um dedo no outro. Quando há um joanete, o grande dedo, que deveria receber dois sextos do peso da pessoa, passa a receber apenas um sexto. O resto acaba sendo absorvido pelos quatro dedos menores, que não estão preparados para recebê-lo”, explica.

As consequências são incapacidade de usar calçados habituais, já que as calosidades são dolorosas. Também pode haver inflamações das articulações (por atrito), bursite, incapacidade de fazer a atividade esportiva habitual e, no caso das mulheres, fica impossível combinar as roupas com os mesmos sapatos que eram usados antes de surgir o problema. Mas nem só de doenças causadas por maus-tratos do tendão calcâneo vivem as dores nos pés. “No pé há outros tendões, além do calcâneo. O cardo plantar nos dá suporte. Se ele falha, aparece o pé plano. Esse tendão também deve ser cuidado durante a vida. Para isso é preciso fazer alongamento, cuidar do peso, evitar a diabetes, fazer atividade física de rotina (com alongamento). É preciso criar rotinas propícias à saúde do pé”, orienta Baumfield.

Outro problema que costuma aparecer na planta do pé é o neuroma de Morton, espessamento de um nervo localizado entre o terceiro e o quarto dedos que pode ser causado por sobrecarga local, sapatos de bico fino, ou encurtamento da musculatura da cadeia superior por sobrecarga. Estimulado em excesso, esse nervo ganha uma “proteção’ e fica mais espesso, tornando-se maior do que o espaço que lhe é reservado entre os ossos. “Toda vez que a pessoa coloca o pé no chão o nervo sobe e fica entre os ossos, sendo comprimido. Isso provoca dormência, dor e desconforto. A pessoa não consegue calçar sapatos e se lembra a todo momento de que os pés existem”, explica o ortopedista.

SOLUÇÕES
Os tratamentos clássicos para esses problemas mais comuns que afetam os pés vão de fisioterapia, alongamentos, uso de gelo no local, ingestão de anti-inflamatórios, infiltração e, no limite, cirurgia, conforme avaliação médica e de acordo com cada problema. Mas há também uma saída via acupuntura neurofuncional. É o que afirma o médico acupunturista Hidelbrando Sábato, que atua em clínica da dor e trabalha com esse tipo de acupuntura, que leva em consideração a disfunção física que provoca o problema. Vale para os casos em que a intervenção cirúrgica não é necessária, como fascite plantar, neuroma de Morton, esporão do calcâneo ou tendinite do tendão calcâneo. “É possível procurar a disfunção em determinado grupo muscular da perna e corrigir o funcionamento inadequado com a agulha”, sustenta.

Na visão dele, se a disfunção é corrigida, a dor acaba sendo tratada. “Claro que usamos a acupuntura clássica para resolver a inflamação e levar maior fluxo de sangue para o local, mas sem a análise funcional o problema não será tratado de forma adequada porque a lesão passa a ser daquele tipo que não cura nunca. “Se não levar em consideração o conjunto dos músculos e a relação entre eles, o sucesso é menor”, justifica Sábato.
Matéria publicada no site Correio Web

O projeto verão começa no inverno

by Diego Gomes |jul 8, 2016 |0 | Blog

Para que a mudança corporal (ganho de músculos ou perda de gordura) seja duradoura é preciso ter paciência durante o processo. Isso porque é preciso tempo para começar a ver as mudanças no espelho –você planta hoje e só colhe os frutos depois. Portanto, a hora de começar a pensar no “projeto verão” é no inverno!

Quem vive brigando com a balança, aliás, deve aproveitar esse período de baixas temperaturas para emagrecer, já que é no inverno que nosso metabolismo fica acelerado. Nos dias de temperaturas muito baixas nosso organismo precisa trabalhar ainda mais para manter sua temperatura corpórea, o que faz com que ele gaste mais energia. Então, por que não dar uma mãozinha pro metabolismo e aproveitar a época pra fazer bonito no verão?!

Veja algumas dicas simples e fáceis de serem implementadas na rotina para ajudar (e muito!):
1) Inclua chás no seu dia: além de hidratar o corpo, eles são ótimos aliados ao emagrecimento. Os chás nos mantêm aquecidos e dão sensação de bem-estar. Nós podemos utilizar as ervas com potencial termogênico pra ajudar a secar as gordurinhas, como chá verde, hibisco, gengibre…
2) Coma sopas no jantar: além de saudável, a sopa de legumes, por exemplo, auxilia no emagrecimento e, por ser servida quente, favorece a sensação de bem-estar. Evite sopas e caldos cremosos, com adição de leite, creme de leite e queijos, e nem pense em acompanhar a sopa com pães ou torradas –esses alimentos possuem muito carboidrato. Faça a sopa com o legume de sua preferência (evite batata, aipim ou inhame) e adicione também pedacinhos de músculo ou peito de frango.
3) Dê um chega pra lá nas sobremesas gordurosas: opte por frutas ou uma barrinha de 20g de chocolate 70% (ou mais) cacau.
4) Inclua fibras na alimentação: elas diminuem o índice glicêmico da refeição e melhoram o trânsito intestinal.
5) Não perca o foco: vá com moderação em fondues, massas e bebidas como chocolate quente. Alimentos ricos em gordura ruim, carboidrato simples e açúcar devem ser uma exceção. Tente limitar o consumo de guloseimas a, no máximo, uma refeição na semana.

 

Por Bianca Rossas, nutricionista

Fonte: Blog BodyTech

Meditação pode ser benéfica para praticantes da corrida

by Diego Gomes |jun 24, 2016 |0 | Blog

 

A prática de esportes individuais, como a corrida, depende em grande parte do estado mental do praticante, especialmente quando se trata de grandes distâncias. Paciência, equilíbrio e concentração se tornam ferramentas importantes para o controle do corpo e da fadiga.

Nesse sentido, as atividades mais comuns para aquisição dessas habilidades são a ioga, as artes marciais e as práticas meditativas existentes em filosofias como o budismo, por exemplo..

Atividades físicas que exigem concentração induzem o indivíduo a estados de consciência diferenciados, internalizando as energias envolvidas nesse processo de atenção. Estar integralmente dedicado à execução dos movimentos é o princípio das práticas meditativas nas quais o foco deve ser voltado ao interior e a retirada dos sentidos do universo externo. É mais como voltar para casa depois de um dia cansativo de trabalho; é deixar o futuro breve para daqui a pouco.

Treinar esse direcionamento do estado mental através de práticas meditativas pode ajudar em objetivos maiores como correr uma maratona ou, ainda, fazer com que esse estado mental seja alcançado mesmo em distâncias curtas.

O controle dessa percepção será transportado para qualquer situação da rotina, seja nos esportes, nos conflitos pessoais ou no trabalho, uma vez que o comando do equilíbrio vem de ferramentas internas utilizadas para o encontro da lucidez.

Comece a meditação com dez minutos por dia com frequência de 2 a 3 vezes por semana, seguindo as sugestões:

1 – Sente-se em posição confortável no chão ou em uma cadeira, de modo a alinhar a coluna e os ombros, mas sem manter uma postura tensa;

2 – Observe se o seu queixo não está voltado para o chão ou para cima, mantenha o rosto voltado para frente;

3 – Feche os olhos e faça de respirações completas, inspirando e expirando pelo nariz. Nesse momento, observe se os ombros estão contraídos, se o maxilar está tenso ou a língua está exercendo pressão no céu da boca e, ainda, se a testa apresenta rugas. Faça uma análise de como o seu corpo se comporta nessa posição;

4 – Feito isso, inspire em três tempos (conte mentalmente até três), tentando soltar o ar em seis tempos. Sempre pelo nariz e sem pausar a entrada ou saída do ar, que deve ser lenta e constante. Tente por dois minutos seguidos e, a cada semana, aumente um minuto. Marque no relógio um cronômetro regressivo em som baixo e, ao toque do alarme, relaxe a atenção na contagem da respiração, deixando-a livre, de acordo com a vontade voluntária de inspirar e expirar até que se sinta confortável em manter o momento.

Matéria publicada pelo site Minha Vida

Intestino – O nosso segundo cérebro

by Diego Gomes |maio 25, 2016 |0 | Blog

Viviane Battistella – 4 de maio de 2016

Psicóloga, psicoterapeuta e especialista em comportamento humano. Escritora. Apaixonada por gente. Amante da música e da literatura.

Recebi alguns pedidos para escrever sobre transtornos alimentares e decidi começar informando sobre esse importante órgão do nosso sistema digestivo – o intestino.

Responsável pelo nosso bem estar, a serotonina talvez seja o neurotransmissor mais famoso do nosso organismo. O que pouca gente sabe é que a maior parte dela é produzida pelo intestino, que é o nosso segundo cérebro. Nós temos dois cérebros, um na cabeça e outro escondido em nossas entranhas. Os neurocientistas descobriram que o intestino também é capaz de se lembrar, ficar nervoso e dominar o seu nobre colega – o cérebro.

As células nervosas existentes no intestino não controlam apenas a digestão dos alimentos, elas são responsáveis por sensações comuns e que são sentidas diretamente nesse nosso órgão. Vejam alguns exemplos: Ao recebermos uma boa notícia ou, ao nos depararmos com a pessoa amada, um formigamento agradável nos invade – o famoso frio na barriga.  Por outro lado, as situações de tensão, medo ou angústia nos corroem por dentro. A repulsa em direção a algo ou alguém pode produzir náuseas e até mesmo provocar o vômito. Estas sensações têm explicação na ciência. Nosso intestino possui altíssima concentração de células nervosas, quase exatamente como a estrutura do cérebro. Ambos produzem substâncias psicoativas que afetam o humor, como os neurotransmissores serotonina e dopamina e vários opióides que modulam a dor.

O nosso cérebro abdominal têm dois objetivos principais:

– Supervisionar o processo de digestão, promovendo o peristaltismo e a secreção dos sucos digestivos para digerir os alimentos, absorção e transporte de nutrientes e eliminação de resíduos.
– Apoiar o sistema imunológico na defesa do organismo.

O intestino libera substâncias químicas como a serotonina, por exemplo, em resposta à nutrição e digestão saudável. Quando comemos bem, com variedade e com uma contribuição proporcional de todos os nutrientes e se temos um almoço saudável (sem pressa, mastigando bem e sem distração) nosso sistema digestivo nos responde e nos agradece com uma sensação de bem-estar, dando-nos um bom suprimento de energia, vitalidade e otimismo. Por outro lado, se por algum motivo a digestão e/ou trânsito intestinal é lento e incompleto estamos acumulando resíduos, o que pode causar uma sobrecarga tóxica ou autointoxicação. Percebam que muitas vezes o bem, ou mal estar emocional pode estar intimamente ligado à qualidade da nossa alimentação. Já existem estudos que mostram que, o jejum superior a seis horas pode desenvolver quadros depressivos causados exatamente pela interrupção do funcionamento adequado do nosso sistema gastrointestinal.

São muito comuns os casos de diarreia e constipação que estão ligados a fatores emocionais. A Síndrome do Intestino Irritável, por exemplo, é uma doença crônica que afeta o intestino grosso, cuja causa ainda é desconhecida e tem sido tratada com Terapia Cognitivo Comportamental associada ao tratamento médico. Os sintomas são cólicas, gases associados à diarreia ou constipação. O quadro está intimamente ligado ao estresse e/ou à ansiedade.

Ao digerir os alimentos e as emoções, nosso intestino e nosso cérebro estão exercendo funções correlacionadas. Ansiedade e diarreia podem estar intimamente ligadas. Quem nunca teve uma dor de barriga diante de um evento amedrontador? Contrário a isso, a constipação parece estar sempre ligada aos indivíduos depressivos, que travam o extravasamento das suas emoções. Ao cuidar bem desse órgão tão representativo em nosso corpo, estamos garantindo u fluxo necessário para o bem estar. Ao perceber alguns dos sintomas descritos, procure imediatamente um gastroenterologista e passe a cuidar melhor do seu segundo cérebro. Além disso, facilite o bom funcionamento dele lapidando a forma de lidar com as suas emoções, para isso, nós, psicoterapeutas somos indicados.

fonte: osegredo.com.br