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4 ago

PRATICAR ATIVIDADE FÍSICA DIMINUÍ EM ATÉ 7% O RISCO DE CÂNCER

by Diego Gomes |ago 4, 2017 |0 Comments | Sem categoria

Pesquisadores publicaram na renomada revista JAMA um estudo em que coletaram dados de mais 12 estudos anteriores e incluiu 1,44 milhões de indivíduos, sendo que um deles foi iniciado em 1982. É a maior análise realizada até hoje sobre o exercício e o câncer.

Os voluntários foram questionados sobre o quanto de atividade física estavam envolvidos durante o último ano. Metade se exercitaram em uma quantidade igual ou maior que 150 minutos por semana e a outra metade menos. A saúde deles foi monitorada durante 7 a 28 anos.

Os resultados indicaram que os indivíduos que mais se exercitaram apresentaram um percentual menor de diversos tipos de câncer como o esofágico, fígado, pulmão, cólon, mama entre outros. Foi relatada uma diminuição de risco de desenvolvimento de câncer de 7% para os indivíduos que praticavam atividade física regularmente. Não foi encontrada uma associação com alguns tumores como de ovário, pancreático e cérebro.

 

50 minutos de exercício 3 vezes por semana podem frear câncer

 

Os pesquisadores pontuam alguns aspectos que podem atuar nessa proteção:

  • Equilíbrio de hormônios que favorecem o desenvolvimento de alguns tipos de tumores como o estrógeno no câncer de mama por exemplo.
    • Controle de fatores pró-inflamatórios que poderiam estimular um processo inflamatório crônico que favorece o desenvolvimento tumoral.
    • Regula a insulina, evitando assim sua resistência que está associada com diversas condições clínicas não benéficas.

Fonte: globoesporte.com/eu-atleta

10 nov

Exercícios podem reduzir risco de internação por insuficiência cardíaca

by Diego Gomes |nov 10, 2016 |4 Comments | Sem categoria

O exercício ajuda pessoas com insuficiência cardíaca a se sentirem melhor física e emocionalmente, mostra um novo estudo feito pelo North Shore-LIJ Plainview Hospital (EUA). Segundo os pesquisadores, cerca de 40% das pessoas com insuficiência cardíaca podem desenvolver depressão e esse grupo é duas vezes mais propenso a morrer ou ser hospitalizado se comparado a pessoas com insuficiência cardíaca e sem depressão.

A pesquisa foi publicada no Journal of the American Medical Association e acompanhou mais de 2.322 pacientes cardíacos estáveis, sendo que 28% deles apresentavam sintomas de depressão de clínica. Eles foram divididos em dois grupos: os que recebiam cuidados habituais para tratar a insuficiência, como medicamentos, e aqueles que além desses cuidados praticavam exercícios aeróbicos três vezes por semana durante 30 minutos – recomendação padrão para pacientes em reabilitação cardíaca.

Após três anos, os autores perceberam que os praticantes de atividade física eram 15% menos propensos a morrer ou serem hospitalizados por conta da insuficiência cardíaca, se comparados com o grupo que apenas seguia as orientações de rotina. Além disso, quanto mais intensos eram os sintomas de depressão, mais a pessoa se beneficiava com a prática de exercícios.

De acordo com os estudiosos, a atividade física deixou os pacientes mais motivados, melhorando o seu quadro clínico. Eles afirmam que pesquisas anteriores já mostravam o benefício dos exercícios para melhorar o desempenho cardiovascular e que esses novos resultados revelam a potência da atividade física para prevenir a depressão nesses pacientes.

Entenda como a insuficiência cardíaca surge e qual é o tratamento

Também chamada de insuficiência cardíaca congestiva (ICC), a insuficiência cardíaca é o enfraquecimento do músculo cardíaco, ou seja, o que dificulta o bombeamento de sangue, deixando de suprir as demandas de oxigênio e de nutrientes do organismo.

O que provoca a insuficiência cardíaca

Se a pessoa sofre com alguma doença coronária, como um infarto, ou qualquer infecção que lesione o músculo cardíaco e afete a circulação, os riscos de sofrer insuficiência cardíaca aumentam. “Quando o miocárdio é atingido, o órgão passa a se contrair menos e a bombear menos sangue”, explica o cardiologista Nelson Hossne Jr. O coração também fica comprometido por fatores de risco bastante conhecidos, como diabetes ou obesidade.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas que sinalizam a insuficiência cardíaca incluem taquicardia, fadiga, dificuldade de respirar ao fazer esforço físico, alta sensibilidade ao frio e crises de tosse ao deitar. A série de inconvenientes é provocada pelo aumento da pressão de líquido na circulação do pulmão. Sinais físicos, como pernas e tornozelos inchados, ou a sensação de que o pescoço ou abdome aumentaram de tamanho também é comum em situações mais graves.

Tratamento

O paciente com insuficiência cardíaca precisa ir a consultas médicas regulares para verificar sua função cardíaca e fazer exames de rotina. Será necessário monitorar a si mesmo, verificando o peso diariamente (aumento de peso pode significar retenção de líquido, o que indica uma piora da insuficiência), tomando as medicações prescritas, limitando o consumo de sal, largando o cigarro e praticando atividades físicas. É importante também descansar sempre que necessário, como após as atividades físicas ou depois das refeições. Mantenha os pés elevados para reduzir o inchaço.

Medicamentos

O médico pode prescrever os seguintes medicamentos: inibidores de ECA, para dilatar os vasos sanguíneos e reduzir a carga de trabalho do coração; diuréticos, incluindo, para ajudar a livrar o corpo do líquido e do sal (sódio); glicosídeos digitálicos para ajudar o músculo cardíaco a se contrair de forma adequada e ajudar a tratar alguns distúrbios de arritmia; e bloqueadores do receptor da angiotensina (BRA), para aqueles que têm efeitos colaterais com inibidores de ECA.

Cirurgias e dispositivos

A cirurgia de válvula cardíaca, cirurgia de ponte de safena e angioplastia podem ajudar algumas pessoas com insuficiência cardíaca. Além disso, dispositivos como um marca-passo para ajudar a tratar problemas nos batimentos ou um cardioversor-desfibrilador implantável, que reconhece as arritmias cardíacas e envia um pulso elétrico para detê-las, podem ser usados por pessoas que sofrem de insuficiência cardíaca.

Fonte: educacaofisicaa.com.br

29 abr

Dica para os iniciantes na corrida

by Diego Gomes |abr 29, 2016 |0 Comments | Sem categoria

A cada dia novos corredores começam a testar suas passadas pelas ruas e pistas por aí. Mas muita gente acredita que só calçar um par de tênis e colocar as pernas para correr, sem antes procurar uma orientação adequada, o que a longo prazo pode trazer mais problemas que benefícios. Todo corredor de primeira viagem precisa de informação e orientação para saber como fugir das lesões, problemas ou imprevistos, o que tornará a prática duradoura, prazerosa e benéfica para o corpo e a mente. Assim buscamos alguns conselhos com o medico Sérgio Maurício, que é maratonista, ortopedista e membro titular da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e Exercício, também conhecido como Dr. Corrida.

 

“Em geral recomendo que a pessoa inicie com três treinos semanais de 30 minutos, alternando os dias para que a musculatura recupere. Dar pequenas caminhadas durante a corrida também evita que a musculatura entre em fadiga, evitando lesões”, aconselha o especialista. Se você começou há pouco tempo, a sugestão é aumentar 10% do volume semanal de corrida a cada uma ou duas semanas, aconselha o médico. “Porém cada um tem um corpo, uma meta e uma história em diferentes esportes, por isso o ideal é alinhar treino e dieta com profissionais adequados e não insistir no exercício na presença de dores”, ressalta o Dr. Corrida, que a seguir dá três dicas básicas para o corredor iniciante fugir das lesões.

 

1 –Procure um professor experiente no assunto “ É comum corredores iniciantes calçarem aquele par de tênis novinho em folha e saírem correndo por aí, sem freio, sem planejamento e sem os descansos necessários. São esses pequenos erros que causam a maioria das lesões nesse esporte” comenta o médico.

 

2 – Faça uma dieta adequada e jamais prive seu organismo de algum nutriente. Quem corre precisa de energia e de comida de verdade. Dietas restritivas fazem mal á saúde e aumentam as chances de tendinites, lesões musculares e fraturas por estresse.

 

3 – Aprenda a ouvir o seu corpo. As dores, incômodos e outras sensações não podem ser negligenciadas, pois são sinais que o organismo envia para que você cuide dele. Se está sentindo dores, não insista, procure um médico.

 

fonte: www.educacaofisica.com.br

8 abr

Homem e sendentarismo, uma união perigosa

by Diego Gomes |abr 8, 2016 |0 Comments | Sem categoria

Seu abdomen é um bom parâmetro para você saber se está saudável, homens que ultrapassam os 102 cm de circunferência abdominal devem prestar mais atenção, pois o acumulo de gordura na região da cintura tem relação direta com a disposição do tecido adiposo no interior da cavidade abdominal, característica relacionada ao aumento de mortalidade geral.

Se você se enquadra neste parâmetro abdominal, é bom começar a se exercitar. Exercícios físicos tem impacto direto na redução de gordura corporal, que está relacionada com níveis elevados de pressão arterial e com a ação do hormônio masculino, resultando em maior disposição, libido e até melhora no desempenho sexual.

Treinos regulares melhoram a frequência dos batimentos cardíacos e a circulação sanguínea, combate a depressão e ansiedade, controla diabetes e osteoporose além das doenças cardiovasculares. A hipertensão – no caso dos homens – além de provocar infarto e AVC está entre as causas da disfunção erétil, comum aos homens com mais de 40 anos quando há disfunção de testosterona no organismo.

Mas lembre-se antes de iniciar qualquer atividade física faça uma avaliação médica, e comece de acordo com suas limitações seu corpo precisa se acostumar com as atividades e isso vai acontecer gradativamente.

 

28 mar

Dançar faz bem pro corpo e pra alma

by Diego Gomes |mar 28, 2016 |0 Comments | Sem categoria

A dança trabalha vários músculos do corpo ao mesmo tempo, sendo uma ótima combinação de diversos exercícios, como por exemplo os aeróbicos e de resistência. Dançar melhora coordenação motora, concentração, flexibilidade e alongamento além de fazer bem ao coração e condicionamento físico.

A dança pode ser uma boa aliada principalmente aos idosos, quando se trata de equilíbrio, pois ao dançar a pessoa trabalha pernas e braços ao mesmo tempo, além da noção de espaço que é necessário ter na hora da dança o que ativa áreas do cérebro. A melhora no equilíbrio reduz o risco de quedas, comum por causa de doenças como a osteoporose.

Poucos minutos de dança já aumentam a frequência respiratória e cardíaca que ajudam na queima de gordura. Dançar é uma atividade democrática, qualquer pessoa pode fazer, e muito divertida também. Combate o stress e aumenta a sensação de bem estar. Com um tratamento adequado, pacientes em tratamento de câncer de mama, mal de Parkinson e até sequelas de AVC obtem ótimos resultados com auxilio da dança.

17 mar

Pilates diminui risco de problemas cardíacos em até 25%

by Diego Gomes |mar 17, 2016 |0 Comments | Sem categoria

Pilates e outras atividades moderadas praticadas regularmente diminuem o risco de problemas cardíacos em até 25%. Além de baixar a incidência de doenças crônicas e deficiências ligadas a cardiopatias, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (O.M.S).

Os exercícios praticados proporcionam a elevação de batimentos cardíacos levando para as fibras musculares mais sangue rico em oxigênio. Este processo melhora a produção de energia dos músculos devido ao aumento de oxigênio no sangue, além de ajudar a reverter disfunções nos vasos sanguíneos.

Pilates trabalha corpo e mente, auxilia no aumento da capacidade respiratório, proporciona ganho de consciência corporal e oxigenação sanguínea durante os exercícios, aumentando com isso o funcionamento cerebral.

Força muscular e massa magra são ganhos obtidos no Pilates, que consequentemente melhoram a funcionalidade e diminuem os fatores de risco cardíacos. O Pilates é um ótimo aliado no combate aos problemas no coração, dores musculares, capacidade funcional e cansaço. Mas não se esqueça, antes de práticar qualquer atividade física procure orientação médica.

8 jan

Mente sã, corpo em forma

by Diego Gomes |jan 8, 2016 |0 Comments | Sem categoria

Uma recente pesquisa realizada pela empresa de assistência médica dos Estados Unidos, Orlando Health, comprovou que há uma coisa que a maioria de nós não está prestando atenção: nossa SAÚDE MENTAL.

Por esse fator 95% das dietas parece não dar certo

Na pesquisa 31% dos entrevistados acreditam que o exercício é o principal obstáculo para perder peso. Seguidos de 26% que acreditam que a alimentação é o problema, enquanto 17% colocam a culpa nas condições financeiras para manter um estilo de vida saudável. E por fim, apenas 1 a cada 10 mencionou o bem-estar psicológico como barreira.

Para muitas pessoas, comer é uma experiência emotiva. Quando passamos por alguma dificuldade, ansiedade, nervosismo, somos brindados com aquela “comida caseira”, e éramos recompensados com doces pelo bom comportamento quando crianças.

Diane Robinson, neuropsicóloga e diretora do programa de Medicina Integrativa da Orlando Health diz “precisamos entender por que estamos comendo.”

Justificando esse ponto, o grupo Mayo Clinic cita que muitas vezes os desejos mais fortes por comida aparecem quando voçê está so seu ponto mais fraco emocionalmente. Isso explica, pelo fato do cérebro liberar uma substância química chamada DOPAMINA, que é associada ao prazer.

Essa nova pesquisa cita que se você está procurando a perda peso, você precisa se conhecer melhor para alcançar resultado mais concretos.

Veja a matéria completa http://www.brasilpost.com.br/2015/12/31/emagrecer-dificuldade_n_8885146.html