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Meditação pode ser benéfica para praticantes da corrida

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24 jun

Meditação pode ser benéfica para praticantes da corrida

Diego Gomes jun 24, 2016 0 177

 

A prática de esportes individuais, como a corrida, depende em grande parte do estado mental do praticante, especialmente quando se trata de grandes distâncias. Paciência, equilíbrio e concentração se tornam ferramentas importantes para o controle do corpo e da fadiga.

Nesse sentido, as atividades mais comuns para aquisição dessas habilidades são a ioga, as artes marciais e as práticas meditativas existentes em filosofias como o budismo, por exemplo..

Atividades físicas que exigem concentração induzem o indivíduo a estados de consciência diferenciados, internalizando as energias envolvidas nesse processo de atenção. Estar integralmente dedicado à execução dos movimentos é o princípio das práticas meditativas nas quais o foco deve ser voltado ao interior e a retirada dos sentidos do universo externo. É mais como voltar para casa depois de um dia cansativo de trabalho; é deixar o futuro breve para daqui a pouco.

Treinar esse direcionamento do estado mental através de práticas meditativas pode ajudar em objetivos maiores como correr uma maratona ou, ainda, fazer com que esse estado mental seja alcançado mesmo em distâncias curtas.

O controle dessa percepção será transportado para qualquer situação da rotina, seja nos esportes, nos conflitos pessoais ou no trabalho, uma vez que o comando do equilíbrio vem de ferramentas internas utilizadas para o encontro da lucidez.

Comece a meditação com dez minutos por dia com frequência de 2 a 3 vezes por semana, seguindo as sugestões:

1 – Sente-se em posição confortável no chão ou em uma cadeira, de modo a alinhar a coluna e os ombros, mas sem manter uma postura tensa;

2 – Observe se o seu queixo não está voltado para o chão ou para cima, mantenha o rosto voltado para frente;

3 – Feche os olhos e faça de respirações completas, inspirando e expirando pelo nariz. Nesse momento, observe se os ombros estão contraídos, se o maxilar está tenso ou a língua está exercendo pressão no céu da boca e, ainda, se a testa apresenta rugas. Faça uma análise de como o seu corpo se comporta nessa posição;

4 – Feito isso, inspire em três tempos (conte mentalmente até três), tentando soltar o ar em seis tempos. Sempre pelo nariz e sem pausar a entrada ou saída do ar, que deve ser lenta e constante. Tente por dois minutos seguidos e, a cada semana, aumente um minuto. Marque no relógio um cronômetro regressivo em som baixo e, ao toque do alarme, relaxe a atenção na contagem da respiração, deixando-a livre, de acordo com a vontade voluntária de inspirar e expirar até que se sinta confortável em manter o momento.

Matéria publicada pelo site Minha Vida

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